Maria Alice no show Doble Chapa
O show celebra os ritmos da fronteira sul com uma fusão potente de milonga, chamamé e candombe, em interpretações marcantes de Maria Alice. Acompanhada por músicos que traduzem a alma pampeana em sons, a cantora revisita clássicos e apresenta composições autorais com identidade e força feminina.
A proposta do espetáculo é unir tradição e contemporaneidade, criando pontes entre culturas irmãs do Brasil, Uruguai e Argentina. “Doble Chapa” é mais que um show — é um manifesto musical da alma fronteiriça.
A proposta é realizar o espetáculo musical “Doble Chapa”, com a cantora Maria Alice, que traz ao palco um repertório voltado à música da fronteira sul, integrando ritmos como milonga, chamamé, zamba e candombe.
O show busca valorizar a cultura musical dos países do Prata, destacando a força da interpretação feminina e a conexão entre Brasil, Uruguai e Argentina. A apresentação será realizada com um grupo com voz, violão. O objetivo é um espetáculo promovendo a integração cultural e a valorização da música fronteiriça.
músicos
Cantora e compositora com forte atuação na música da fronteira sul, Maria Alice é conhecida por sua voz potente e interpretação marcante. Natural de Santana do Livramento, carrega em sua formação as influências do folclore do Prata, transitando entre milonga, chamamé, zamba e candombe. Iniciou sua carreira em festivais nativistas e consolidou-se como intérprete de referência na música latino-americana. Em seus projetos autorais, destaca a força feminina e o diálogo entre tradição e contemporaneidade. Já se apresentou em diversas cidades do sul do Brasil e em eventos culturais no Uruguai e na Argentina.
Guilherme Castilhos, violonista
Violonista, compositor e arranjador, Guilherme tem formação voltada à música instrumental latino-americana, com ênfase na estética fronteiriça. Estudou violão popular e clássico em Porto Alegre e aperfeiçoou-se em ritmos regionais como milonga, chacarera, candombe e zamba. Atua em palcos e projetos culturais dedicados à integração musical do Cone Sul. Participou de shows, festivais e gravações com diversos artistas da música do Prata, desenvolvendo um estilo próprio e sofisticado. Também atua como diretor musical em espetáculos e gravações.
Marcello Caminha Filho, contrabaixo
Contrabaixista, produtor e multi-instrumentista, iniciou sua trajetória profissional aos 12 anos. Com formação abrangente em música erudita, jazz, popular e regional, desenvolveu uma linguagem própria no contrabaixo, com forte influência da música pampeana. Atua em estúdios, festivais e shows por todo o Rio Grande do Sul, além de integrar projetos de circulação e valorização da música sul-americana. É também produtor musical e arranjador, com participações em álbuns e espetáculos de diferentes gêneros. Sua versatilidade e domínio técnico fazem dele um músico requisitado em diferentes formações.
Doble Chapa (Érlon Péricles)
Romance Musiqueiro (Rogério Ávila/ Leonel Gomez)
El cosechero (Ramón Ayala)
Miradas de Ilusión (Érlon Péricles/Ângelo Franco)
Céu Sol Sul (Jader Moreci Teixeira (Leonardo)
Previsão (Adair de Freitas)
Cortando os marcos da linha (Diego Muller/Érlon Péricles)
Chamamecero (Mauro Moraes) 10. Potro Sem Dono (Noel Guarany)
O cantar que nos hermana (Carlos Souza/Érlon Péricles)
Guerreiras (Érlon Péricles)
Guria Gaúcha (Anomar Danúbio Vieira/ Marcello Caminha Filho)
Mucho Me Gusta (Érlon Péricles)
Diário do Fronteiriço (Érlon Péricles)
Km 11 (Constante Jose Aguer) BIS
data
6 de setembro de 2025, 18 horas
Entrada franca

