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Patrimônios violados em Porto Alegre
Por meio de fotografias e de vídeo, locais da cidade, em parques e praças, que tiveram usurpadas ou vandalizadas, as placas comemorativas e os bustos de personalidades históricas. A exposição “Patrimônios violados em Porto Alegre: Walter Karwatzki”, não tem o intuito de ser índice fotográfico, nem de atlas, ou de catálogo.
A intenção é a denuncia e reflexão ao poder público e à população, sobre a situação de grande parte do patrimônio público da cidade de Porto Alegre. Muitos encontram-se semidestruídos, ou em alguns casos, totalmente destruídos. Enfim, vandalizados.
(Maceió/AL, 1959). Vive e trabalha em Porto Alegre desde 1980. Doutorando em História, Teoria e Crítica de Arte: Universidade Federal do Rio Grande do Sul. (2025). Porto Alegre – RS. Pós-doutorado no PPG em Processos e Manifestações Culturais: Universidade FEEEVALE (2022-2024). Novo Hamburgo – RS. Doutor em Processos e Manifestações Culturais (2019): Universidade FEEVALE. Novo Hamburgo – RS. Especialista em Poéticas Visuais (2015): Universidade FEEVALE. Novo Hamburgo – RS. Graduado (1985), 14 especialista (1992) e mestre em Geografia (2003): Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Porto Alegre – RS. Realizou exposições individuais em Porto Alegre, Caxias do Sul e Maceió. Tem participado de exposições coletivas no Brasil e no exterior. Nas artes, recebeu os seguintes prêmios: Menção Honrosa com a exposição “Asfixia”, no 3º Prêmio IEAVI de Incentivo à Produção de Artes Visuais no RS. Porto Alegre – RS (2014). Prêmio Aquisição de 1º Lugar no III “Prêmio Artes Visuais João Simões Lopes Neto”. Museu de Arte Leopoldo Gotuzzo. Pelotas – RS (2012). 1º Lugar no “VI Concurso Internacional de Fotografia de la Red Mercociudades”. Buenos Aires – Argentina (2006). Professor aposentado do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Sul (IFRS. Campus Porto Alegre). Professor aposentado do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Sul (IFRS. Campus Porto Alegre).
Hotéis Portais
Fotografias de hotéis de Porto Alegre e de Rio Grande que apresentam nomes de outras cidades produzindo a ideia de deslocamentos geográficos.
Apresenta 14 fotografias realizadas em Porto Alegre e uma na cidade de Rio Grande, que fazem parte de uma série, que começou em 2010, de trabalhos que retratam hotéis com nomes de localidades, cidades, estados ou países diferentes. Esses estabelecimentos provocam uma sensação de duplo deslocamento no observador, por conta de um jogo semântico, como o Hotel Paris de Rio Grande, o Hotel Roma e o Hotel Erechim, ambos em Porto Alegre. Além das fotografias, a mostra apresenta um mapa que brinca com as relações espaciais entre os hotéis e uma campainha, típica de portaria, para anúncio de chegada do visitante, ampliando a experiência de forma interativa e sensorial.
Por trás da questão lúdica, há uma crítica ao fenômeno da Globalização. Os hotéis com nomes que demonstram um desejo globalizante, geralmente têm origem em uma época passada, são pequenos, com característica familiar, próximos a eixos de entrada das cidades e muitos deles estão encerrando suas atividades, sendo substituídos por grandes redes internacionais com nomes genéricos, cuidadosamente escolhidos para serem bem assimilados e facilmente lembrados onde quer que haja um dos seus estabelecimentos, que, invariavelmente, também terão a mesma aparência mesmo que estejam localizados em lugares completamente diferentes como uma grande metrópole na Ásia ou uma pequena vila na América Central.
Graduado em Comunicação Social pela PUC/RS (1995), cursou Extensão Universitária em Photo Essay na Kensington and Chelsea College, London/UK (1996), Especialização em Poéticas Visuais pela Feevale/RS (2009) e Pós-graduação MBA em Marketing Estratégico pela Unisinos/RS.
Entre suas exposições coletivas, destaca-se: 10a Bienal Nacional de Artes Visuais de Santos/SP (2006); 13º Salão da Bahia, no Museu de Arte Moderna da Bahia/BA (2006), Keeping the Faith, WCC, Gèneve/Switzland (2006); Mostra Doce de Santo, Galeria ACBEU, Salvador/BA (2009); Katakata – 7.a Primavera dos Museus, MAC/RS (2013); Neblina, a Fotografia no Acervo do MAC/RS, Galeria dos Arcos, da Usina do Gasômetro (2014); Deus e sua Obra no Sul da América, Museu dos Direitos Humanos do Mercosul/RS (2014); Acervo em Movimento, MARGS (2022); Notas para Depois de Amanhã, Galeria Augusto Meyer, da Casa de Cultura Mario Quintana/RS (2023); e Post Scriptum – Um Museu como Memória, no MARGS (2024).
Tem obras nos acervos do Museu de Belas Artes do Rio de Janeiro (MNBL/RJ), da Pinacoteca Aldo Locatelli (Acervo Artístico da Prefeitura Municipal de Porto Alegre), do Museu de Artes do Rio Grande do Sul (MARGS/RS) e do Museu de Arte Contemporânea do Rio Grande do Sul (MAC/RS).
É co-autor das publicações Keeping the Faith, wcc, Lussaud/France (2006); Assim é + Así es + That’s Porto Alegre, Artes e Ofícios, Porto Alegre/RS (2014); Minha Ilha Fotografo Eu, Cdes, Porto Alegre/RS (2016); e Corrida Contra o Tempo, Carta Editora, São Leopoldo/RS (2023).
Foi premiado com o 1º lugar no Prêmio AMRIGS de Jornalismo (2013); Prêmio FUNARTE RespirArte / Fundo Nacional de Artes da Secretaria Especial de Cultura e do Ministério do Turismo (2020); Por Dentro de um Tempo Suspenso – Recolhimento: Seleção do 10º Festival de Fotografia de Tiradentes/MG (2020); e Menção Honrosa no 42º Prêmio Direitos Humanos de Jornalismo da OAB/RS (2025).
curadoria
Doutora em História, Teoria e Crítica da Arte, pelo Programa de Pós-Graduação em Artes Visuais, no Instituto de Artes/UFRGS. Fez estágio doutoral na UniversitéParis-I, Panthèon Sorbonne, com o prof. Dr. Michel Poivert; Mestre em Artes pela Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo. É professora de História, Teoria e Crítica da Arte no Programa de Pós-Graduação em Artes Visuais e no Departamento de Artes Visuais/UFRGS. Foi Coordenadora-substituta do PPGAV/UFRGS (2021-2015). É Vice-líder do Grupo de Pesquisa do CNPq, “Deslocamentos da Fotografia na Arte”. Realiza curadorias, tem projeto de pesquisa e publicações com ênfase em Fotografia e Artes Visuais modernas e contemporâneas. É associada do CBHA/ABCA/AICA.
10 fotografias, emolduradas, com elementos classificados, com base no livro “A Escultura Pública de Porto Alegre”, de José Francisco Alves (2022), como monumentos ou obeliscos, sendo:
– Quatro (4) monumentos nas dimensões 1,10 x 1,10 cm. Figuras: 1, 2, 3 e 4. – Três (3) monumentos com dimensões 40 x 40 cm. Figuras: 5, 6 e 7.
– Quatro (4) obeliscos com dimensões 0,75 x 1,80. Figuras: 8, 9, 10 e 11.
– Um (1) vídeo, de 00:55 segundos, em loop do monumento em homenagem a Assis Brasil
data
18 de dezembro de 2025
17h – Conversa com artistas
19h – Abertura oficial
visitação
até 25 de janeiro de 2026
Entrada franca








